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Já faz mais de uma semana da publicação do resultado preliminar do Exame de Ordem 2010.3. E meu nome, desta vez, estava lá.

Realmente agora deu.

Meus planos agora? Não sei bem direito. Sei apenas que tenho que estudar. Vou começar um cursinho de resolução de questões na quarta-feira em Direito Administrativo e Constitucional, e também vou estudar em casa o resto das matérias-chave.

Hoje fiz meu requerimento de inscrição nos quadros de Advogados da OAB. Ouvi meu primeiro “Dr”. Fiquei meio sem graça, devo dizer. Ainda não sou advogado e, ademais, espero um dia ser chamado de doutor por ter o título de tal, e não apenas por ser socialmente reconhecido como o “doutô adevogado”.

A advocacia será minha carreira? Virarei concurseiro? Acho que, na verdade, vou é fazer os dois ao mesmo tempo. Estudar, de qualquer jeito, vou ter que fazer. Aliás, eu amo estudar (que bom, senão estaria escolhendo a profissão errada) e, quem sabe, eu também não ame advogar, não é mesmo?

Vamos ver o que Deus me reserva e onde meus atos me levam. Espero que conquistas como esta, da OAB, sejam cada vez mais frequentes na minha vida profissional.

Agora, mudando de assunto, bem rapidinho: eu comparo o sabor de passar no Exame de Ordem como o de tirar a carteira de habilitação para dirigir ou mesmo se formar. Isto porque o acadêmico de Direito, em geral, com exceção daqueles que obtém êxito no Exame antes de concluir a faculdade, não tem a sensação, no dia da sua formatura, que está se formando. Então, acredito eu, que a sensação seja mais ou menos essa mesmo: de tirar a CNH ou se formar.

bem, este último mês foi bastante árduo. Estudei para o Exame de Ordem (novamente).

Desta vez acho que deu. Mas não sei, a gente sempre fica com aquela sensação chata, achando às vezes que deu, às vezes que não.

Espero que realmente dê.

Quero começar, de fato, a estudar pelo meu sonho maior. Quero estudar outras matérias que não sejam Direito Penal e Processo Penal. Tô cansado disso, apesar de eu amar essas matérias e ser um grande interessado em sua efetividade na sociedade.

Quero estudar Direito de Família, Tributário, Constitucional, Administrativo, enfim, qualquer coisa, pelo menos por uma semana, que não sejam Penal e Processo Penal. Chega já! Pelo menos por um tempinho. Preciso descansar minha mente desses assuntos.

Quero tanto que dê tudo certo, quero orgulhar as pessoas que me amam, levantar as mãos para o céu e agradecer a Deus pela vitória! Quero muito! Minha parte eu já fiz: estudei muito e fiz a prova. Agora só falta a aprovação.

“Se você desenvolve os hábitos do sucesso, você fará do sucesso um hábito.” (Michael E. Angier)

1º Cuide da boca: fale menos, apenas o essencial.

2º Afasta-se de o mal;

3º Busque o bem;

4º Promova a paz.

 

Vou tentar colocar em prática.

Esse vídeo é muito bom! =D

Recebi por e-mail.

 

Assistam aos engraçadíssimos comerciais do Ipiranga que só vão ao ar neste domingo. Vale a pena dar umas risadinhas:

PEDINDO INFORMAÇÃO:

AMANTES:

DESEJO DE GRÁVIDA:

DETECTOR DE MENTIRAS:

Recebi por e-mail do Ipiranga.

:)

Ví no FutebolFFV

Não pense besteira, veja a foto antes de tudo:

https://lh6.googleusercontent.com/_hUZ08LgoJl0/TVxZ9V9I2xI/AAAAAAAAF8o/eTPuM9KCQpY/sexogratisaqui.jpg

Propaganda legal, não é mesmo?

fonte: recebi por e-mail.

Afinal, a Dilma é Presidente ou Presidenta?

Recebi este brilhante texto, por e-mail, do meu amigo Rafael Adachi e resolvi postar aqui. Leiam:

Por José Bones:

Tenho notado, assim como aqueles mais atentos também devem tê-lo feito, que a candidata Dilma Roussef e seus apoiadores, pretendem que ela venha a ser a primeira presidenta do Brasil, tal como atesta toda a propaganda política veiculada pelo PT na mídia.

Presidenta?

Mas, afinal, que palavra é essa?

Bem, vejamos:

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante…

Qual é o particípio ativo do verbo ser? O particípio ativo do verbo ser é ente.

Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade. Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.

 

Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do gênero, masculino ou feminino. Se diz capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.

 

Um exemplo (negativo) seria:

“A candidata a presidenta se comporta como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta. “

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